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sábado, 26 de julho de 2014

BALSA RE-VERSADA













Em versos vou navegando,
enquanto na poesia vou remando
(...)
Permito, que a imaginação aflore,
Na minha balsa de minha arte,
Onde me reconheço na escrita
Onde me vejo quase poeta, 
Que vai navegando na poesia

Mesmo sendo quase poeta, 
Não verso tão perfeito 
Vejo em alguns deles, infinitos, 
Sem paredes, sem começos, 
Sem términos...quem vai dizer, 
Quem vai entender, do pensar, 
Ao se encontrar consigo mesmo, 
Por inteiro, por completo?

Ela me sacia, mais nem sempre
E quando nem tanto me alimenta,
Mergulho no meu interior,
Onde refaço o reencontro, de novo 

Então na poesia vou navegando
E todas as letras se constroem 
Vão se tornando simples poemas 
Do lado de dentro, nessas camadas 
É tudo mais do que intenso

Vem poesia, mesmo pouco entendida
É toda possuídora de grande Arte
Se mistura com tudo e no todo,
Está presente em todas visões
Não importa em qual forma se produz
É toda poesia, que se faz em versos,
Por quase poeta, que a poetiza!

Autor: Ricardo Andrade