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terça-feira, 12 de agosto de 2014

NESSE ENQUANTO













Do meu amor, não abro mão!
Aliás renunciar e um amor deixar?
Que tipo de "renúncia" é essa?
Que isso, me poupe de poucas ladainhas!

A poesia já perguntou, por tantos poetas,
Onde está o amor, onde estão os enamorados?

Sem contrariar, sem imposição...ah!
E quanta contradição hein, até parece,
Desabafo em forma de poema, não...
Se fosse desabafo, ah se fosse!

O que vale mesmo é se apaixonar, 
Amando com sentimento, um grande amor 
Ou pequenino amorzinho, que seja seu
Não, isso não é apego, isso é desejo 
Do contrário, se não tem sentimento,
Duvido tu, ser um-mano, só se for na divisão!

Pois o que essa gente quer, são doces beijos
E tudo gira em torno de paixões
Vai dizer que não, a vaidade foi embora?
É o que faz todo um mar de gente se mover

E como faz, nesse enquanto, por enquanto 
Por nada, de nada adianta... vai pegar,
Uma paixão qualquer, e vê se larga a mão!

Autor: Ricardo Andrade