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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

!PORCELANA


Poesia frágil de porcelana
Cai ao chão em pedaços 
Meu coração, enaltece

Silênco(...)

Adorável, cada carinho

Seja como desejar,
Esse amor não deixa de amar

No palco de nossas peças,

Sem marcação, soltas 
Não ensaiadas, sem textos
Não decoradas, sem frases 
Somos quantos personagens?

Ah meu amor, se você soubesse

O quanto o abstrato é grandioso
Em vazios sempre vazios...
Não corra, quero mais um beijo
Se não podemos passar disso

Quero mais um beijo, nada basta

O que satisfaz, tudo, nada?
Muito mais eu desejo, só um beijo?
Não, muito mais de você eu desejo. 


Autor: Ricardo Andrade