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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

BARREIRAS CÁRMICAS












Desnecessário ficar repetindo
Um roda gigante, sobe e desce 
Me coloca contra a parede
Sem perceber a própira aparência
Não vou romper sozinho
Algo tem que vir de você
Nessa sua certeza discreta
Sem anunciar ou querer mudar
Esteja certa desse propósito
O que você tem se tornado?
Quando tranpira o meu suor
Fica tudo bem no seu êxtase
Segurei suas barreiras
Que já estavam insuportáveis
Poderia ter me sentido melhor
Na intenção de tudo reverter
Você continua na mesma sintonia
Vou surfando em outras ondas
Não para que possa ver, enxergar
Pequena expansão de grandeza
Depende do seu ponto de vista
Vou surfando por Amor a mim
O que me mantém na conexão
Sem precisar de emotividade
Que na sua função desequilibra
Algumas vidas passadas
As mesmas energias condensadas
Você evita não aceitar, corrigir
Permanece vazia sem se nutrir.

Autor: Ricardo Andrade