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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

CONFLUÊNCIA













Algumas palavras me abalaram dessa vez
Tudo bem, você não consegue disfarçar
Melhor que exponha o que te engasga
Engula a saliva depois que terminar

O que tem nos afastado dessa forma?
Sinto saudades de você, de nós
E não daquilo que te tornaram...

Saia da janela, não fique debruçada
Irei preparar uma linda seranata
Com meu cesto transbordado
De rosas brancas e vermelhas
Para perfumarem o seu "ambiente"...

Meu Amor, Meu Amor, eu sei a sua cor
Quando você vem? Não posso esperar vazio
As minhas mãos estão caleijadas
Mais não estão cansadas, estão abençoadas

Vamos ouvir o barulho da chuva agora
Lembrei que gostava de ouvir ela devagar
Como aquelas músicas tocadas no carro
Quando ficavamos bem sem motivos

Sem precisar de motivos para estar bem
Minhas preces eram feitas antes 
Com fervor eu orava ao Grande Amor
Os dias pareciam meses para vê-la

No encontro do nosso abraço esperado
Eu sempre aguardava pelo inesperado.

Autor: Ricardo Andrade