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terça-feira, 2 de julho de 2013

FUSÃO

Meu amor, será que ainda amo?
Vira e mexe me questiono
Trago minha palavra a você
A palavra doce do amor
Para tocar sua consciência
Poder fazer você refletir
Não me use assim,
Como algo que desatou
No fundo, sei que chorou
Suas lágrimas de cristais reluzentes
Por onde andei, quando me buscou?
Por que caminhos eu trilhava?
Enquanto você de mim precisou?
Como saber, na solidão de invenções,
De tuas farsas, te tuas graças
Pude ver além do véu tuas máscaras,
Mesmo assim ainda eu admirava
Tanta beleza, mistura do voraz com a candura
Ternura, nas carícias de uma alma que so quer receber,
De tanto amor, amar, para se doar, 
Unificados na fusão de um só,
Como dois opostos no mesmo lado 
Sem o oposto do existir imaginário
Vem, seu espaço aqui se encontra reservado
Não importa quantas vezes possa errar, me magoar
Indiferente a uma criança que so sabe brincar de amar
Desse extrato eu extraio o nectar do meu amor maior
Para oferecer a você do ser que posso Ser, o meu melhor.

Autor: Ricardo Andrade