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sábado, 13 de julho de 2013

PRIMAZIA













O agora está igual a todos os dias
Uma suave angústia penetra minha alma
E a dor se faz quando lembro do seu beijo
Dentro de mim você destilou o seu veneno
Inconscinte, nessa inexistente impressão
Melhor assim sob sua destemida pressão
Questione meu ego sem vaidades
Pode encontrar o que está procurando
Só não prometo que ache verdades
Vire essa página como uma necessidade
Suas intenções não condiz com a estética
Conheço as linhas de suas mãos
Elas mostram todos os seus defeitos
Mesmo que você os mantém ocultos
Quando me toca, me mostra tudo
Isso não importa mais, não para mim
Vejo sua consciência quando se deita
Será que está dormindo tranquila?
Desenganos já faziam parte dos seus planos
E muitas desculpas se tornaram rotinas
Acumularam-se erros em demasia
Não foi nenhuma novidade isso eu já sabia
Seus impulsos moviam-se notoriamente
Por suas fases de reconstruções
Nas quais sempre corria, buscando uma fuga
A dolorosa paixão se fazia presente
Em querer saber de suas contendas 
Que surgiam quando suas preferências
Constatavam pseudos valores enganosos.

Autor: Ricardo Andrade